Ep. 7 - Bitchin’

Ep. 7 - Bitchin’

Statistics say you have more chances of meeting the love of your life in a date with a group of friends than cruising the night. I don’t know who gets paid to do these statistics but they could have asked me and saved the money!

Last week I went to a friend’s birthday dinner. She’s a person I don’t see that much, and also not really loved by many. A woman with a strong personality and a good taste in clothes has many chances of being described as a bitch! And a gay isn’t whole until he has a woman bitch for a friend. She’s mine and I love her so!

She had a new boyfriend and some new friends that I hadn’t met in her previous birthdays, especially this one who sat next to me. He wasn’t what one would call handsome but he had a nice smile and a cheerful character. He was tall and slim and cultured. (Oh my, I’m describing a perfect man!!!) Anyways… the evening went through, we ate our diner, we told our jokes, we talked and drank and sang Happy Birthday and then it was time for the pictures. My bitch friend had forgotten her camera so she turned to her mobile phone. She was running around the table taking pictures with everyone and also with her friend sitting next to me. She embraced him and as they both smiled at the camera he put his hand on the side of my torso. He touched me!!! He purposely grabbed my torso as he leaned to the camera. The room went quiet, the world stood still and all I could feel was his incredibly hot hand touching me. Yes, I felt like a virgin, Yes I felt like a little boy lost on his way home from school, Yes I could have asked him to marry me! Right there and then he shook my perfectly controlled balance of I AM VERY WELL ON MY OWN THANK YOU SO MUCH!! How could he? Where is it written that you can go around touching people like that?! And before you ask, yes, I have been having enough sex!!!! So, I am not frigid, I am not inexperienced, I am delighted! No! Keep it there, take another picture, here’s my phone, it has a camera too!

(sigh)

Last week I told my singing teacher how can I be in a stable relationship?! I’d lose my inspiration! “You just said a mouthful.�- she replied.

Last week a stranger touched more than my torso, and my heart was shaken. I had no courage to ask his phone number but he hugged me when we said goodbye.

I came home wondering why I didn’t touch the hand of my bitch friend’s friend. I came home wondering if we do sabotage our relationships on purpose so we have something to bitch about. I came home with a cold feeling that his hot hand was more than my loneliness giving me a wake up call.

10 Responses to “Ep. 7 - Bitchin’”

  1. Mr.WannaBNo Gravatar Says:

    No, it’s not the Bitchin’… it’s our promisse to grow old together in Miami beach in a nice retirement comunity!! That’s why we sabotage our relationships!! haha!

     

  2. Ser.CalvinNo Gravatar Says:

    ahahaha best comment ever!!!

     

  3. enGine throbsNo Gravatar Says:

    Vinha agora mesmo no comboio a pensar num assunto muito semelhante…
    Não acho que estejas numa de “bitchin’”… o mal é teres uma “bitch” dentro de ti que luta por sair cá para fora, quando se sente mais assanhada, mas é que amordaçada pelo teu outro Eu, ou neste caso, no Eu-dominante (atenção que eu não percebo pêvas de Psicologia), quer seja por imperativos sociais ou por respeito/normas éticas…

    Quem te disse que ele estava interessado em ti? Não é por te tocar uma ou duas vezes no tronco que te está a dizer que quer casar contigo… Sim, estou a ser o advogado do Diabo, ou seja do teu Eu-dominante.
    Eu poderia fazer um relatório exaustivo de vários episódios que se passaram comigo (desde trocas de olhares a festas nos joelhos…)
    Até aconteceu-me um episódio parecido com o teu: fui a um aniversário duma amiga e durante a noite eu fiquei com a certeza de que ele é gay (só que ele ainda não se apercebeu… a sério… não é para rir) e quando contei à minha amiga, ela não acreditou… mas passados uns meses deu a mão à palmatória…

    [Eu vinha a pensar nisso... e custa admitir mas vai ter de ser, pois é a única forma de crescer:]
    Todos nós temos uma cadela dentro de nós, numa ãnsia de satisfazer o segundo chakra e que nos deixa o nosso Eu-dominante abazurdido de vez em quando, porque este não quebra as regras da sociedade (nomeadamente as relativas à orientação sexual) ou porque acha incorrecto e condenável portar-se como um papa-f*das, preferindo encontrar formas de satisfazer o seu quarto chakra.

    Claro que tudo isto é mais simples quando a Eu-cadela é que é o Eu-dominante. ;)

    beijos e abraços
    enGine throbs

    PS: Confuso novamente? Desta vez escrevi em Português…
    Desculpem lá mas eu tinha escrever qualquer coisa já… é que a minha cadela descobriu que o gajo que já por duas vezes almoça quase que frente a frente, trabalha na assistência das impressoras da minha empresa e logo a seguir deu de costas a um consultor que já lhe fedia tanto a discrete-gay que “ela” ainda não acalmou…

     

  4. Ser.CalvinNo Gravatar Says:

    Dear Engine… there are so many wake-up calls yet undelivered in this world… and with time I’ve learned to accept them as being part of the process of growing up. I believe that no one surprises you as much as yourself because we always think we know ourselves better than anyone else. Not!!!

    Being in the closet can also be like living in a game where you score for how many people you can fool and for how long, but the one you’re fooling the most is, again, yourself! This applies to everyone, in everything at all times!

    Sure he didn’t mean to marry me, that was just my hormones fantasizing way out of their league. But more than a hot body, he sure had a hot hand, and that, no hormone of mine can deny!

    Now tell me, why don’t you just get your printer «screwed» who knows if you «score»! ;-)

     

  5. enGine throbsNo Gravatar Says:

    Olá,

    Acho que estas últimas 24 horas foram verdadeiramente enriquecedoras!

    Então vamos lá responder rapidamente que tenho muita coisa para escrever, antes que me esqueça… e também tenho de descansar.

    “Wake up calls”… a lembrar a Björk…
    Concordo que é um processo de aprendizagem, sim… e necessário.
    E ontem (ou melhor hoje de madrugada) tive uma que foi espectacular, mas vou deixar os detalhes para o meu blog… ;)

    “The closet”… é uma perfeita parvoíce ficar fechado… ontem fui a uma discoteca gay ocorreu-me de que existe uma enorme variedade de género e feitios de gays, tão diferentes do estereótipos comuns que são pespegados aos gayatos…
    Mas a facilidade com que estes permanecem na sociedade é assustadora… É que existe lugar para todos… serem… naturais!

    “hot hand”… essa conversa da mão quente tem muito que se lhe diga… nem ouso escrever mais… ;)

    “screwed”… ui que a história tem mais molho (eu disse que as 24h tinham sido muito interessantes e vou contar os pormenores… :)

    Lá fui eu almoçar à mesma hora, ao mesmo sítio… pois os bons hábitos não são para se quebrar.. e é assim que se fazem os melhores “filmes” mentais, pois é uma questão de utilizar as probabilidades dos factos se repetirem e construir cenários hipotéticos…

    Mas vamos ao MEU filme (e desculpem lá aqueles que vão ver os Sexo e a Cidade ao cinema, mas acho que dá mais gozo fazer os próprios filmes) ;)

    Lá estava eu sentado na mesma mesa do costume que está sempre à minha espera, pois só eu é que me dou ao trabalho de ir buscar o chapéu de sol para por ao pé da dita… mas assim fico com o melhor ângulo de visão (foi uma descoberta bem recente, porque é o melhor sítio para ver os vários filmes que decorrer ao mesmo tempo).

    E quando levava o garfo à boca e levanto a cabeça, vejo o assistente… que vinha de mão dada com uma rapariga… a namorada presume-se!
    Vinham de mãos dadas… que fofinhos… só para me mostrar-ME que é um rapazinho sério e às direitas. :D :D
    Coincidência? Não acredito… O filme é meu e eu tiro as conclusões que eu quiser… tendenciosas, claro!
    Porque quando se sentaram na mesma mesa onde ele costuma sentar-se, ele ficou de costas para mim, mas olhava muitas vezes de esguelha para o lado.
    Poderia ser eu a dar bandeira? Até digo que talvez porque eu falei com várias pessoas que passaram, ria quando tinha de rir… e estavam lá outras pessoas indiferentes à minha presença.

    E será que o meu radar se enganou? Não acho…
    Mas eu defendo: “eu não tenho de provar que estou certo, o Mundo é que tem de provar que eu estou errado…” ;)

    PS: ah… ouvi hoje de forma distinta a voz do consultor… ;)

    Boas festas!
    enGine throbs

     

  6. enGine throbsNo Gravatar Says:

    Na sexta feira passada estive numa discoteca letrada e o barman atirou o troco de uma forma um pouco brusca que ia saltando do balcão… O meu amigo aparou o voo da moeda… E não é que o barman segurou o meu braço (com a sua mão quente) e me pediu desculpas pelo sucedido?
    Lembrei-me logo desta conversa…
    Ele até é um dos dois gajos giros lá do sítio, mas eu não quero casar com ele… pelo menos já… ;)

    Auf…
    enGine throbs

     

  7. Ser.CalvinNo Gravatar Says:

    That’s why the upper class invented such things as «Keep the change!» ;-)

     

  8. enGine throbsNo Gravatar Says:

    A mudança nem sempre é para melhor…
    Curioso que os melhores acontecimentos ficaram aqui…
    o meu blog é que ficou com a triste ironia… :)

     

  9. Mr.WannaBNo Gravatar Says:

    Dear enGine, have you been taking your meds? I have been restraining from commenting on this one because this conversation is completely nonsense! Please focous on the subject and, most of all, don’t take this too seriously! The whole point of my dear Ser.Calvin is to portrait a fantasy situation and make you think about it!
    For you, I have this commercial advice: “Get your Island on” (lol)

     

  10. enGine throbsNo Gravatar Says:

    ok.

     

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